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CURIOSIDADES

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AUSTRALIAN CATTLE DOG


CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
Fédération Cynologique Internationale
GRUPO 1
Padrão FCI 287
01/09/1997
Padrão Ofi cial da Raça
AUSTRALIAN CATTLE DOG
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA
Filiada à Fédération Cynologique Internationale
Classifi cação F.C.I.:
Grupo 1 Cães
Pastores e Boiadeiros (Exceto Boiadeiros Suíços)
Seção 2 Cães
Boiadeiros
Padrão FCI n o 287 01
de setembro de 1997.
País de origem: Austrália
Nome no país de origem: Australian Cattle Dog
Utilização: Como seu nome indica, sua função
primária, na qual é incomparável, é o controle e
o manejo do gado, tanto em campo aberto, como
confi nado. Sempre alerta, extremamente inteligente
e atento, corajoso e confi ável, com uma implícita
devoção ao dever, tornandose
um cão ideal.
Sem prova de trabalho
Sergio Meira Lopes de Castro
Presidente da CBKC
Domingos Josué Cruz Setta
Presidente do Conselho Cinotécnico
Tradução: Bruno Tausz
Revisão: Suzanne Blum
Impresso em: 01 de julho de 2003.
AUSTRALIAN CATTLE DOG
NOMENCLATURA CINÓFILA UTILIZADA NESTE PADRÃO
1 – Trufa 13 – Perna 25 – Braço
2 – Focinho 14 – Jarrete 26 – P o n t a d o
esterno
3 – Stop 15 – Metatarso 27 – P o n t a d o
ombro
4 – Crânio 16 – Patas
5 – Occipital 17 – Joelho
6 – Cernelha 18 – Linha inferior
7 – Dorso 19 – Cotovelo a – profundidade do peito
8 – Lombo 20 – Linha do solo
9 – Garupa 21 – Metacarpo b – altura do cotovelo
10 – Raiz da cauda 22 – Carpo
11 – Ísquio 23 – Antebraço a + b = altura do cão
12 – Coxa 24 – Nível do esterno na cernelha

APARÊNCIA GERAL: de um cão de trabalho forte, compacto, simetricamente
construído, com habilidade e desejo de cumprir as tarefas a ele atribuídas, embora
árduas. Sua combinação de substância, potência, equilíbrio e condicionamento
muscular rígido deve lhe conferir a impressão de grande agilidade, força e resistência.
Qualquer tendência à rusticidade ou à fragilidade é uma falta séria.
COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: sua fi delidade e instinto de proteção
o tornam um cão ideal para a guarda do fazendeiro, do rebanho e da propriedade.
Embora tenha uma desconfi ança natural para com estranhos, deve ser de fácil manejo,
particularmente, em pista de exposições. Qualquer característica que se afaste da
estrutura ou do temperamento de um cão de trabalho deve ser considerada como
falta grave.
CABEÇA: deve ser forte e proporcional às outras partes do cão, mantendo as
proporções de sua conformação geral.
REGIÃO CRANIANA
Crânio: é largo e ligeiramente arqueado entre as orelhas.
Stop: leve, mas defi nido.
REGIÃO FACIAL
Tr ufa: preta.
Focinho: largo e bem cheio abaixo dos olhos, diminuindo gradualmente para formar
um focinho de comprimento médio, profundo e poderoso, fazendo paralelismo de
crânio/focinho.
Lábios: fortemente ajustados e secos.
Bochechas: musculosas, sem serem grosseiras nem proeminentes.
Dentes: sadios, fortes, bem espaçados; fazendo uma oclusão de mordedura em tesoura,
com os dentes incisivos inferiores fechando por trás, apenas tocando os superiores.
Como ao cão é exigido o difícil trabalho de tocar o gado por controle ou mordendo,
dentes sadios e fortes são muito importantes.
Mandíbula: forte, profunda e bem desenvolvida.
Olhos: devem ser de forma oval e tamanho médio, e, inseridos no plano da pele, devem
expressar esperteza e inteligência. Sua cor é marrom escuro. Quando um estranho se
aproxima, um brilho de advertência ou desconfi ança é característico.
Orelhas: de tamanho médio, preferivelmente pequenas; largas na base, musculosas,
portadas eretas e moderadamente pontudas, sem serem em colher ou de morcego. As
orelhas estão inseridas no crânio bem afastadas e inclinadas para fora; sensíveis, no
uso, e eretas quando em alerta; o couro deve ser grosso e a face interna do pavilhão
auditivo muito bem revestida de pêlos.
PESCOÇO: extremamente forte, musculoso e de comprimento médio, engrossando
para articularse
com o tronco, e sem barbelas.
TRONCO: o comprimento desde a ponta do esterno até as nádegas é maior que a
altura na cernelha, guardando a proporção de 10:9. A linha superior é de nível.
Dorso: forte.
Lombo: largo, forte e musculoso.
Flancos: profundos.
Garupa: de preferência longa e inclinada.
Peito: profundo, musculoso e moderadamente largo.
Costelas: bem arqueadas e bem anguladas, sem ser em barril.
CAUDA: de inserção moderadamente baixa, seguindo o contorno da garupa inclinada.
Seu comprimento atinge, aproximadamente, os jarretes. Em descanso, deve ser portada
pendente numa curva bem suave. Em movimento ou em estado de excitação, a cauda
pode ser levantada, mas em circunstância alguma qualquer parte da cauda deverá
ultrapassar a vertical que passa pela sua raiz. A cauda deve ter uma boa pelagem em
pincel.
MEMBROS
ANTERIORES: fortes, ossatura de seção redonda, estendendose
até as patas e,
vistos de frente, devem ser retos e paralelos.
Ombros: fortes, inclinados, musculosos, bem angulados com o úmero e, na cernelha,
não devem ser muito próximos. Embora os ombros devam ser fortes e de boa ossatura,
ombros carregados e frentes pesadas irão interferir na correta movimentação e limitar
sua capacidade de trabalho.
Metacarpos: devem apresentar fl exibilidade e, vistos de perfi l, possuem discreta
angulação com o antebraço.
POSTERIORES: são amplos, fortes e musculosos. Vistos por trás, os posteriores,
dos jarretes às patas, são retos, paralelos, nem fechados nem abertos demais.
Coxas: longas, largas e bem desenvolvidas.
J oelhos: bem angulados.
J arretes: fortes e curtos.
Patas: são arredondadas e possuem dedos curtos, fortes, bem arqueados e mantidos
juntos e compactos. As almofadas plantares são grossas e profundas. As unhas são
curtas e fortes.
MOVIMENTAÇÃO: espontânea, fl uente, fl exível e incansável. O movimento dos
ombros e dos membros anteriores, formam um conjunto de perfeito sincronismo
com a poderosa propulsão dos membros posteriores. É indispensável a capacidade de
movimentação repentina e rápida. É de primordial importância a saúde e a agilidade.
Ombros carregados ou fl ácidos, não inclinados; fragilidade nos cotovelos, nos
metacarpos ou nas patas; joelhos pouco angulados; jarretes de vaca ou em barril devem
ser considerados faltas sérias. No trote, as patas tendem a aproximarse,
ao nível do
solo, conforme a velocidade aumenta, entretanto, quando o cão está em repouso, o
apoio nas quatro patas deve ser retangular.
PELAGEM
Pêlo: a pelagem deve ser lisa; dupla com um subpêlo curto e denso. A pelagem de
cobertura é fechada, os pêlos são retos, duros e assentados, sendo resistentes à chuva.
Na linha inferior até a linha posterior dos membros, a pelagem é mais longa e forma,
próximo à coxa, uma franja moderada. Na cabeça (incluindo a face interna das orelhas)
e na face anterior dos membros, o pêlo é curto. Ao longo do pescoço, é mais longo e
mais duro. Como parâmetro, o pêlo deve ter de 2,5 a 4 cm de comprimento. O pêlo
muito longo ou muito curto constitui falta.
COR
Azul: a cor deve ser azul, azul mosqueado ou azul salpicado com ou sem outras marcas.
As marcas permitidas são o preto, azul ou castanho na cabeça, preferencialmente,
distribuídas de maneira uniforme. Nos membros anteriores, o castanho se apresenta
nas patas até o meio do antebraço e estendendose
até a face anterior do antepeito e
garganta, com castanho na mandíbula. Nos membros posteriores, castanho na face
medial das pernas e coxas, passando pela face anterior dos joelhos e alargandose
para a face externa das pernas, desde os dedos até o jarrete. É permitido o subpêlo
castanho no tronco, desde que não apareça fora da pelagem azul. Marcas pretas no
tronco são indesejáveis.
Ruivo salpicado: a cor deve ser ruivo salpicado, uniformemente distribuída por
todo o corpo incluindo o subpêlo (nem branco, nem creme), com ou sem manchas
vermelho escuras na cabeça. Marcas uniformes na cabeça são desejáveis. Marcas
ruivas no tronco são permitidas, mas indesejáveis.
TAMANHO
Altura na cernelha: nos machos, varia de 46 a 51 cm.
nas fêmeas, de 43 a 48 cm.
FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão deverá ser considerado como falta
e penalizado na exata proporção de sua gravidade.
NOTAS:
• os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem
desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.
• todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento


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